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CDA São Paulo realiza simulação antiterrorista em estação do metrô

 

São Paulo (SP) – Na madrugada de 20 de julho, o Comando de Defesa de Área (CDA) São Paulo realizou uma simulação de ação terrorista com reféns na Estação Paraíso, do metrô de São Paulo. A atividade teve o objetivo de adestrar os militares da Força-Tarefa de Operações Especiais do Batalhão de Ações de Comandos (FT BAC) em ações de prevenção e enfrentamento ao terrorismo. Na Estação, circulam, em média, 225 mil usuários durante o período de atividade comercial.

 

A simulação envolveu 15 figurantes e 100 militares da FT BAC e do 8º Batalhão de Polícia do Exército. O “kit-simulação” utilizado na atividade permitiu que o adestramento ocorresse sem danos colaterais aos participantes.

 

Dos militares empenhados na missão, 60 são oriundos de Goiânia (GO) e ficarão em São Paulo até o término dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Eles estão capacitados a realizar ações de resgate de reféns em qualquer tipo de ambiente, em razão do treinamento especializado e do material de alta tecnologia com que são dotados. O Rio de Janeiro e as outras cidades-sede do futebol Olímpico terão os mesmos meios de defesa e de combate ao terrorismo.

 

 

Todo local que envolve grande concentração de pessoas, especialmente de estrangeiros, é um potencial alvo para ações terroristas. Mesmo sem a probabilidade de um ataque terrorista no Brasil, as Forças Armadas têm realizado intensa preparação para o combate ao terrorismo e a proteção de estruturas estratégicas durante os Jogos.

 

Operações Interagências

A atividade ocorreu em um ambiente de cooperação entre agências, integração que foi estimulada com a criação do Comando de Defesa de Área (CDA) São Paulo. Esse CDA é a estrutura responsável pelo planejamento, preparo e emprego das Forças Armadas nas ações de segurança e defesa relacionadas aos Jogos no Estado.

 

 

As partidas de futebol em São Paulo

Nos dias de jogos de futebol, haverá militares posicionados próximos ao Estádio, para facilitar a pronta resposta em caso de necessidade. Estruturas estratégicas, tais como estações do metrô, de tratamento de água e de transmissão de energia serão monitoradas por militares das Forças Armadas e, caso haja ameaça de interrupção dos serviços, uma tropa encarregar-se-á da defesa do local.

 

Fonte: 2ª Divisão de Exército

Fotos: Cb Rafael Silva