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Comando de Defesa de Área encerra atividades em São Paulo

 

São Paulo (SP) – No dia 20 de agosto, o Comando de Defesa de Área de São Paulo (CDA/SP) encerrou as atividades do Eixo de Defesa para os Jogos Rio 2016. Na formatura, realizada no Quartel-General do Ibirapuera, o Comandante do CDA/SP, General de Divisão Décio Luís Schons, destacou o ambiente de franca cooperação e camaradagem entre os representantes de todas as instituições e agências participantes do Centro de Coordenação de Defesa de Área (CCDA).

 

No solenidade, estavam tropas da Força Terrestre Componente, oriundas da 11ª Brigada de Infantaria Leve, em Campinas, e do Centro de Coordenação Tático Integrado. Essa estrutura foi composta por militares das seguintes unidades: Batalhão de Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica de Aramar, da Marinha do Brasil; Força-Tarefa de Operações Especiais do Batalhão de Ações de Comandos; Força de Resposta Inicial e Destacamento de Saúde de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear.

 

Para o General Schons, o período de ativação do CCDA (de 15 de julho a 22 de agosto) representou “o coroamento de um processo árduo, consciencioso e discreto, realizado desde o início de 2015”, que teve o objetivo de “atingir um estado de prontidão e capacidade de resposta imediata a qualquer situação extraordinária”. Em seu discurso, o Comandante do CDA/SP pôs em relevo o trabalho de prevenção e combate ao terrorismo, executado durante o primeiro semestre deste ano.

 

Ao término da solenidade, o Comandante Militar do Sudeste (CMSE), General de Exército Mauro César Lourena Cid, parabenizou os integrantes do CDA/SP e enalteceu o espírito de cumprimento da missão. Participaram da atividade o Comandante do 8º Distrito Naval, Vice-Almirante Glauco Castilho Dall'Antonia; o Comandante do IV Comando Aéreo Regional, Major-Brigadeiro Luís Roberto do Carmo Lourenço; o Comandante da 11ª Brigada de Infantaria Leve, General de Brigada Ricardo Rodrigues Canhaci; e o Chefe do Estado-Maior do CMSE, General de Brigada Luciano Guilherme Cabral Pinheiro.

 

Trabalho durante os Jogos Rio 2016

 

No Estado de São Paulo, três mil militares das Forças Armadas estiveram de prontidão, para garantir que os Jogos transcorressem em um clima pacífico e seguro. O contingente poderia ser empregado como Força de Contingência, na proteção de Estruturas Estratégicas e em ações de Defesa Cibernética e Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear. A segurança desse Grande Evento foi planejada e executada em coordenação com os Órgão de Segurança Pública, Agência Brasileira de Inteligência, Polícia Federal e outras agências.

 

Nos dias de partidas de futebol, militares ficaram posicionados nas proximidades da Arena Corinthians, a fim de facilitar a pronta resposta em caso de necessidade. Estruturas estratégicas, como estações do metrô, de tratamento de água e de transmissão de energia, além do deslocamento de autoridades e delegações, foram monitoradas pelo CCDA durante todo o período dos Jogos. Caso houvesse ameaça de interrupção do serviço, uma tropa encarregar-se-ia da defesa do local.

 

Fotos: Aspirante Vital